No meu canto. No meu mundo. Na zona de conforto estagnada.
Presa na bolha. É tão doloroso sair. E por isso fica mais fácil simplesmente ir para o mundo da fantasia.
Absolvam.
Não queria ficar no meu buraco. Não queria ser a pessoa "tímida".
Apenas deixo a maré correr. As ondas levam e trazem. Até chegarem aos limites...
Cá dentro, é um copo cheio sempre à beira. Um corpo cansado, uma mente que não se cala.
Lá fora, desliza, na esperança que passe ao lado, mas afeta discretamente e visceralmente.
