É vergonhoso, voltar a sentir toda esta revolta de 18 anos e sentir-me impotente porque tenho um futuro incerto e pendente.
Nunca pensei voltar a sentir-me assim, revoltada, envergonhada, saturada... Novamente numa prisão, que não sei como quebrar, com liberdade contida em mentiras que já não resultam, a voltar aos meus 18 anos sem conseguir parar.
Agora sei que a melhor decisão foi ter lutado contra a maré (e continuar a fazê-lo) e não ter desistido da minha liberdade, é o que mantém sã, no meio deste caos.
Gostava de poder fugir, de ter a coragem para falar, não pensar tanto e estar a adiar o inevitável.

Preciso tanto de ti, quero-te de volta! Sou forte, mas estou assustada.