Sinto-me esmagada num peso invisível de padrões e sinais. Sinto-me tanto. Até não sentir mais e existir apenas dormência e vazios para serem preenchidos.
Presa à minha versão rodeada pela escuridão. A versão da criança que voou na liberdade, no entanto, fecha-se naquela gaiola que recriou de traumas e ansiedades.
novamente presa na versão da criança, que esta assustada e vai foge para o mundo da imaginação. A esconder e viver numa bolha de ansiedade presente e ?. O ambiente, sendo constantemente pressionadoacionado, não tendo sossego quando a mente está enlouquecida e não tendo tempo para assimilar nenhum dos sentimentos.
Não existe silêncio, não há permissão para isso. Tudo é atirado cá para fora, como sempre, e agora vejo com toda a claridade que era eu a ouvir e levar nas minhas costas, a assumir um papel que não era eu.
O que é que eu preciso? O que é que resulta para mim?